Um modelo a ser repensado da Educação Superior
- Claudio Jacoski

- 25 de abr. de 2024
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O país nas últimas décadas optou por constituir como Política Pública o enfrentamento do tema de popularização da Educação Superior, fazendo a qualquer custo que vagas fossem oferecidas para a Educação Superior. Quem sabe a intenção era boa, porém o Plano Nacional de Educação ao definir metas (e apenas números) e que não associou a necessária discussão da qualidade em relação a quantidade, optou por abrir o mercado de forma equivocada. O país ainda sentirá efeitos deste equívoco no futuro.
Planejamento e organização da demanda para focar num processo de Desenvolvimento futuro é PREMENTE.
Uma competitividade de cursos baseado em preços, vem levando a queda da qualidade e do desinteresse geral para com a Educação Superior, que ao invés disso, meritocraticamente poderia formar quadros qualificados para o futuro do país, opta assim, por constituir uma educação mediana (estou sendo pouco crítico) em que ínfimos preços, e organizações formando com metodologias de escala, levam à Educação para um futuro caos do país.
Por outro lado, a fuga de cérebros de jovens é crescente, uma vez que almejando desafios para seu desenvolvimento, não encontram no modelo brasileiro nenhuma perspectiva para o futuro. Urge que se discuta um modelo disruptivo e uma reconstrução da Educação Superior Brasileira, nossos futuros profissionais não existirão com as condições que poderemos necessitar daqui há alguns anos vindouros.
Como ouvi recentemente de uma diretora de Colégio de Ensino Médio (pela ausência de licenciados – tema que trataremos mais a frente), a Educação pede Socorro. Precisamos agir com urgência e fazer uma Reformulação na Educação Superior brasileira.
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